A abertura desse mercado pode ampliar o aproveitamento da cadeia suína brasileira, agregando valor a produtos que fazem parte da produção nacional e que possuem demanda em mercados internacionais.
O avanço nas tratativas também mostra a capacidade do Brasil de atender exigências sanitárias e comerciais de grandes compradores, mantendo presença relevante no comércio global de proteína animal.
Apesar da negociação em andamento, o mercado exige planejamento, já que o setor suíno chinês passa por um momento de oferta elevada. Por isso, o crescimento dos embarques pode ocorrer de forma gradual, conforme a evolução da demanda e das condições comerciais.
Para a suinocultura brasileira, a possibilidade de exportar miúdos representa mais uma alternativa de mercado e contribui para diversificar os destinos dos produtos de origem animal do Brasil.
Fonte: Canal Rural
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