Segundo Folador, as exportações de carne suína cresceram 10% no primeiro semestre de 2026 em comparação com o mesmo período do ano anterior, reforçando a demanda internacional pela produção brasileira. O desempenho contribui para ampliar as oportunidades do setor e fortalecer a presença do Brasil em diferentes mercados.
Embora o mercado tenha enfrentado oscilações nos preços do suíno vivo nos últimos meses, especialmente para produtores independentes, a estabilidade dos custos dos principais insumos utilizados na alimentação animal, como milho e farelo de soja, contribui para um cenário mais equilibrado para a atividade.
O setor também segue atento ao equilíbrio entre oferta e demanda e à busca por novos mercados internacionais, fatores considerados importantes para manter a competitividade e garantir maior estabilidade para a cadeia produtiva da carne suína brasileira.
Fonte: Canal Rural publicado em 17/07/2026