A abertura inclui diferentes tipos de miúdos e cria novas possibilidades de aproveitamento da produção suína brasileira. Segundo estimativas da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a medida pode representar mais de US$ 100 milhões em receita adicional para o setor.
A ampliação do portfólio de produtos exportados contribui para diversificar as vendas brasileiras e aumentar o aproveitamento da produção. Além da carne suína, outros produtos passam a ter espaço no comércio internacional, agregando valor à cadeia.
A China é um dos principais mercados para a suinocultura brasileira, e a nova autorização amplia as possibilidades de negócios entre os dois países. O avanço também fortalece as perspectivas para a cadeia produtiva de suínos ao longo dos próximos períodos.
Fonte: O Presente Rural publicado em 28/09/2026