O avanço mantém uma tendência observada nos últimos anos. Em 2017, o Brasil confinava cerca de 4,9 milhões de bovinos, número que praticamente dobrou em menos de uma década. Considerando toda a série histórica, iniciada em 1998, o crescimento médio anual da atividade é de aproximadamente 7%.
O levantamento também aponta uma crescente profissionalização da pecuária de corte, com maior adoção de tecnologias de gestão, monitoramento de desempenho e análise de dados para apoiar as decisões dentro das propriedades.
Outro destaque é a importância da nutrição animal dentro dos sistemas de confinamento. O modelo intensivo depende de dietas formuladas com precisão para maximizar o ganho de peso, melhorar a conversão alimentar e aumentar a eficiência produtiva dos animais. A disponibilidade de grãos e coprodutos da agroindústria também tem contribuído para a expansão desse sistema no país.
Entre os indicadores observados no estudo, os animais apresentaram ganho médio de 7,22 arrobas em 98 dias de confinamento, com retorno médio sobre o investimento de 16,31%, demonstrando a relevância econômica da atividade para a cadeia da carne bovina.
Fonte: Canal Rural
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