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📰 Informativo Semanal As principais notícias
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+11,7% Exportações |
US$16,65bi Recorde |
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📋 Nesta edição
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Pecuária brasileira acelera no primeiro trimestre de 2026A pecuária brasileira iniciou 2026 em ritmo positivo, com crescimento no abate de bovinos, suínos e frangos no primeiro trimestre do ano. O desempenho reforça a força do setor nacional e mostra a capacidade do Brasil de manter expansão em diferentes cadeias da proteína animal. No caso dos bovinos, foram abatidas cerca de 10,29 milhões de cabeças, alta de 3,3% em relação ao mesmo período de 2025. A produção de carcaças bovinas também avançou, chegando a aproximadamente 2,63 milhões de toneladas, crescimento de 5,1% na comparação anual. A suinocultura também apresentou resultado positivo, com 15,27 milhões de cabeças abatidas, avanço de 5,5% em relação ao primeiro trimestre do ano anterior. O peso acumulado das carcaças chegou a cerca de 1,37 milhão de toneladas, mostrando a relevância crescente da produção suína no país. Na avicultura, o Brasil manteve forte desempenho, com 1,71 bilhão de aves abatidas no período, crescimento de 3,7% em relação a 2025. O peso das carcaças de frango alcançou cerca de 3,73 milhões de toneladas, alta de 7% na comparação anual. A aquisição de leite também avançou, somando aproximadamente 6,78 bilhões de litros, crescimento de 3,3% em relação ao ano anterior. Já a produção de ovos chegou a 1,21 bilhão de dúzias, mantendo o Brasil em posição de destaque na produção de alimentos de origem animal. O resultado geral confirma a força da pecuária brasileira, que segue crescendo com escala, eficiência produtiva e capacidade de atender tanto o mercado interno quanto a demanda internacional.
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| EXPORTAÇÕES |
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Exportações do agro crescem 11,7% e atingem recorde de US$ 16,65 bilhões em abrilO agronegócio brasileiro registrou um resultado histórico em abril de 2026, com exportações de aproximadamente US$ 16,65 bilhões, crescimento de 11,7% em relação ao mesmo mês de 2025. Esse foi o maior valor já registrado para abril desde o início da série histórica, em 1997. O desempenho reforça a força do Brasil no comércio internacional, com o agro respondendo por cerca de 48,8% de tudo o que o país exportou no período. O resultado mostra a importância do setor para a economia nacional e a capacidade brasileira de atender à demanda global com escala e competitividade. A alta foi impulsionada principalmente pela soja e pela carne bovina, dois segmentos de grande relevância para o país. A carne bovina in natura teve destaque, com cerca de US$ 1,6 bilhão em exportações, avanço de 29,4% e recorde para meses de abril. No acumulado de janeiro a abril, as exportações do agronegócio brasileiro chegaram a aproximadamente US$ 54,6 bilhões, também um recorde para o quadrimestre. Esse resultado confirma o ritmo forte do setor ao longo de 2026. Além do aumento em valor, o volume exportado pelo agro cresceu cerca de 9,5%, enquanto o preço médio dos produtos avançou 2,1%. Com isso, o setor alcançou superávit de aproximadamente US$ 15 bilhões apenas em abril. O cenário reforça o protagonismo do Brasil no agronegócio mundial, com destaque para a eficiência produtiva, a diversificação da pauta exportadora e a força das cadeias ligadas à produção de alimentos.
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| PROTEÍNAS |
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Exportações de proteínas animais avançam em maio com liderança da carne de frangoAs exportações brasileiras de proteínas animais seguem em ritmo positivo em maio, com destaque para a carne de frango, que lidera o desempenho entre os principais segmentos analisados pela Secex. Até a segunda semana do mês, os embarques de carnes de aves e miudezas somaram cerca de 238,3 mil toneladas, gerando aproximadamente US$ 450,4 milhões em receita. O setor avícola brasileiro manteve média diária de 23,8 mil toneladas exportadas e faturamento médio de US$ 45 milhões por dia útil, demonstrando a força da proteína nacional no mercado internacional. A carne suína também apresentou desempenho consistente, com cerca de 55,5 mil toneladas embarcadas até a segunda semana de maio. A receita acumulada chegou a aproximadamente US$ 138,4 milhões, reforçando a importância da suinocultura brasileira nas exportações de proteína animal. O preço médio da carne suína exportada pelo Brasil ficou em torno de US$ 2.491,6 por tonelada, enquanto a carne de frango registrou média de US$ 1.889,9 por tonelada, mantendo as proteínas brasileiras competitivas no comércio internacional. O resultado confirma a capacidade do Brasil de manter ritmo forte nas exportações, diversificar sua presença no mercado global e fortalecer diferentes cadeias da proteína animal.
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| MERCADO |
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Arroba do boi gordo pode atingir R$ 400 em 2026A arroba do boi gordo pode chegar ao patamar de R$ 400 até o final de 2026, segundo análise de mercado publicada pelo Notícias Agrícolas. A projeção considera um cenário de possível valorização no segundo semestre, mesmo após um período de pressão nos preços entre junho e agosto. Entre os principais fatores que sustentam essa expectativa estão a menor oferta de animais terminados, o fortalecimento das exportações brasileiras e a possibilidade de maior consumo interno de carne bovina nos meses finais do ano. O Brasil também pode ser favorecido pela ampliação de mercados compradores e pela demanda internacional consistente por carne bovina, reforçando a competitividade da pecuária nacional no comércio global. A análise aponta que o mercado brasileiro já registrou momentos de valorização em 2026, com a arroba chegando a cerca de R$ 380 na primeira quinzena de abril. Historicamente, o segundo semestre tende a apresentar preços mais firmes em períodos de ciclo pecuário favorável. De forma geral, a notícia mostra um cenário positivo para a pecuária brasileira, com expectativa de valorização da arroba, maior equilíbrio entre oferta e demanda e fortalecimento da carne bovina do Brasil no mercado interno e externo.
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| NEGÓCIOS GLOBAIS |
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Proteína animal brasileira projeta US$ 45,5 milhões em novos negócios na ÁsiaA proteína animal brasileira teve destaque em uma importante feira internacional de alimentos realizada na China, com expectativa de gerar cerca de US$ 45,5 milhões em negócios nos próximos 12 meses. O resultado reforça a força do Brasil no mercado global de alimentos e a competitividade das empresas nacionais do setor. Durante os três dias do evento, os negócios já concretizados somaram aproximadamente US$ 3,25 milhões, mostrando o interesse internacional pelos produtos brasileiros e a capacidade do país de ampliar sua presença no comércio mundial de proteína animal. A participação brasileira contou com ações de promoção comercial, reuniões com compradores e fortalecimento da imagem da proteína animal do Brasil junto ao mercado asiático. O foco foi destacar a regularidade de abastecimento, a previsibilidade logística e os elevados padrões sanitários da produção nacional. O desempenho confirma o Brasil como um fornecedor confiável, competitivo e estratégico para a segurança alimentar global, ampliando oportunidades para carnes e demais proteínas de origem animal. Além disso, a ação reforça a importância da presença brasileira em grandes eventos internacionais, ajudando a abrir novos negócios, consolidar parcerias e fortalecer a imagem do agro brasileiro no exterior.
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