De acordo com a análise, a menor disponibilidade de bovinos prontos para abate em algumas regiões contribuiu para sustentar as cotações. Ao mesmo tempo, o bom desempenho das exportações brasileiras ajudou a manter o mercado aquecido, reforçando a competitividade da carne bovina nacional no cenário internacional.
O avanço dos preços também foi influenciado pela demanda contínua dos frigoríficos e pelo interesse dos compradores externos, especialmente em um contexto de forte participação do Brasil no comércio global de proteína animal.
Especialistas apontam que o resultado do primeiro semestre demonstra a resiliência da pecuária de corte brasileira e a importância do equilíbrio entre oferta, demanda e custos de produção para a formação dos preços da arroba.
Com esse cenário, o mercado inicia o segundo semestre com perspectivas positivas para a bovinocultura, mantendo atenção à disponibilidade de animais, ao comportamento das exportações e às condições do mercado interno.
Fonte Notícias Agrícolas / Cepea publicado em 07/07/2026