O milho segue como a principal fonte de energia das dietas, mas a utilização de coprodutos agroindustriais, como DDGS, polpa cítrica, casca de soja, caroço de algodão e bagaço de cana, vem ganhando espaço por contribuir para formulações mais eficientes e adaptadas à disponibilidade regional de ingredientes.
A escolha dos ingredientes deve considerar não apenas o preço, mas também o retorno em desempenho zootécnico. Dietas bem formuladas favorecem maior ganho de peso, melhor conversão alimentar e maior eficiência no período de terminação dos animais.
Especialistas destacam que o acompanhamento constante da nutrição, aliado ao monitoramento dos custos e ao uso de tecnologias de manejo, permite otimizar os resultados do confinamento sem comprometer a produtividade. A adoção de estratégias nutricionais ajustadas à realidade de cada propriedade tem sido um dos principais diferenciais para a competitividade da pecuária brasileira.
O avanço das técnicas de alimentação e o aproveitamento de diferentes fontes nutricionais reforçam a importância do planejamento alimentar como ferramenta para aumentar a eficiência dos sistemas de produção e fortalecer a bovinocultura nacional.
Fonte: Compre Rural Publicado em 26/06/2026